
Têm namoros só para brincar, só para distrair ou só para fugir. Existe aquele que é para construir, para somar, para se vivenciar.Com o tempo você entende que um namoro pode ensinar que o medo da rotina é para quem não é seguro em seus sentimentos. Que enjoar é para os que não tem criatividade e que na verdade só enjoa quando você descobre que o outro não tem nada a ver com você. Se aprende que um namoro pode ser também um projeto de vida, para construir um futuro baseado no presente, em estar juntos e assim se fazer presente realmente. Se percebe a importância que você tem na vida do outro ao ouvir: ”eu quero viver a sua vida e fazer parte dela.” Isso é sinal de que o caminho está sendo percorrido com as trilhas da dedicação e do amor.Um namoro pode ensinar que a vida a dois não é fácil, que o tempo pode se tornar padrasto. Então, se é tão notório que na vida não é fácil, essa relação pode surgir para criar algo que se fortaleça com as dificuldades e que é muito mais fácil passar por elas com alguém verdadeiramente afim do seu lado.Com o namoro você pode treinar sentimentos que geram outras sementes que se encaminham para a realização, para a plenitude e para a felicidade. Mas não a felicidade porque você precisa de alguém para ser feliz. Mas a felicidade de perceber que existe bem próximo de você, um ser humano maravilhoso, que sente como você, percebe como você e a sintonia se torna perfeita. Dentro desse contexto de namoro, há o tipo que você percebe que é algo muito mais profundo do que só um namoro, é algo maior que vai além dos limites dos padrões da sociedade. É um relacionamento despadronizado que gera frutos interiores, que buscam vivências de dentro e o externo produto superficial que infelizmente a vida contém, é excluído.
(Céulem Guterres)
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